Para Ler: Músicas e Musas

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A música nasceu para transformar nossa rotina em arte. Não é atoa que as letras das canções que mais fizeram sucesso até hoje, falam daquele assunto que todo mundo se identifica: o amor. Por trás de cada verso, existe uma história real e muitos motivos para que aquele sentimento seja traduzido e devidamente registrado em palavras, para sorte de muitas gerações que se emocionaram, apaixonaram e dançaram ao som dos grandes clássicos. É justamente sobre isso que o livro Músicas & Musas de Frank Hopkinson e  Michael Heatley fala.

A obra da Editora Gutemberg conta a história das namoradas, esposas, rivais, groupies, celebridades e até mesmo das ilustres desconhecidas que inspiraram 50 das maiores canções pop. Quem é a Emily da música “See Emily Play” do Pink Floyd? E a Lola dos Kinks? O que aconteceu com Suzanne Verdal, inspiração de Leonard Cohen para a música “Suzanne”? Depois que John Lennon escreveu “Dear Prudence” em um ashram indiano, o que será que mudou na vida de Prudence, irmã de Mia Farrow? O que havia de tão especial em Pattie Boyd para ter inspirado músicas tanto de George Harrison quanto de Eric Clapton? E o que aconteceu com Hermione Farthingale, “a garota com os cabelos sem vida”, a ex-namorada que David Bowie cita em “Life on Mars?”.

Os autores explicam como essas mulheres inspiraram as canções que foram escritas sobre elas, seja por causa de um breve flerte em uma festa, uma visita lasciva à loja de discos local, seja simplesmente por causa de uma imagem de capa de revista.

Gosto muito de livros assim, sabe? Que contam histórias de amor mais reais. É legal e ao mesmo tempo triste, já que as protagonistas desses romances dos anos 70 e 80, em grande parte, morreram antes mesmo do final feliz. O estilo de vida que uma estrela do rock (e suas acompanhantes) tinha na época era bem intenso. Muita bebida e drogas pesadas. Uma rotina sem muitos limites.

Confesso que não conhecia muitas das canções, então ao ler cada capítulo, acabei baixando e ouvindo junto. Descobri que, graças ao tempo dentro do carro do meu pai na infância, muitas das canções já estavam no meu subconsciente.

A definição do livro é a seguinte:

Que as mulheres sempre inspiraram compositores, todo mundo sabe. Mas será que os fãs sabem quem são essas musas? Músicas & Musas conta a história das namoradas, esposas, rivais, groupies, celebridades e até mesmo das ilustres desconhecidas que inspiraram 50 das maiores canções pop. Quem é a Emily da música “See Emily Play” do Pink Floyd? E a Lola dos Kinks? O que aconteceu com Suzanne Verdal, inspiração de Leonard Cohen para a música “Suzanne”? Depois que John Lennon escreveu “Dear Prudence” em um ashram indiano, o que será que mudou na vida de Prudence, irmã de Mia Farrow? O que havia de tão especial em Pattie Boyd para ter inspirado músicas tanto de George Harrison quanto de Eric Clapton? E o que aconteceu com Hermione Farthingale, “a garota com os cabelos sem vida”, a ex-namorada que David Bowie cita em “Life on Mars?”. Os autores Michael Heatley e Frank Hopkinson explicam como essas mulheres inspiraram as canções que foram escritas sobre elas, seja por causa de um breve flerte em uma festa, uma visita lasciva à loja de discos local, seja simplesmente por causa de uma imagem de capa de revista. Os amantes da música vão encontrar aqui uma minibiografia de cada musa – algumas breves e tristes, outras mais longas e inspiradoras –, além de informações sobre os artistas e bandas, bem como curiosidades sobre a história das canções. Este é o livro perfeito para quem já se perguntou: “Quem é a garota dessa música?”.

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Como vocês podem ver, o livro é muito bonito e bem ilustrado. A capa é uma fotografia de Marianne Faithfull, a musa que inspirou a música “Carrie Anne”, da banda The Hollies ( “ You were always something special to me, quite independent, never caring…”). A cantora e também atriz britânica nasceu em 46 e já foi casada com Mick Jagger, que não por acaso, escreveu sua primeira grande música de sucesso e introduziu a jovem ao mundo artistico. Infelizmente, algum tempo depois, Marianne não aguentou a barra e acabou se tornando mais uma jovem viciada em drogas. Só na década seguinte, depois de perder a guarda do filho, voltou a gravar e fazer sucesso. Em uma entrevista recente chegou a dizer que sua vida e escolhas são um grande exemplo do que não se deve fazer. Faithfull se considera uma especie de antimodelo para os jovens de hoje.

Gostaram do livro? Ficaram curiosas para saber a história das outras músicas e musas? Caso não encontrem na livraria da cidade de vocês, no site da Saraiva ele custa R$34,90.

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